Por que há água na rede de ar comprimido e como retirar

JS

Leia atentamente esse artigo e faça contato conosco se concordar com o que iremos expor. Nós temos a solução definitiva para seu problema.

Fatos

Essas duas perguntas são constantes no dia-dia dos usuários de sistemas de ar comprimido, sejam sistemas de grande capacidade, acima de 400 HP de geração ou uma pequena oficina de pintura de automóveis.

Inegavelmente isso se constitui em um grande problema, causador de prejuízos enormes e inconvenientes perdas de produção ou de transtorno com retrabalho.

Por que há água no ar comprimido?

Porque é um fenômeno físico e não pode ser evitado. Temos de estar cientes que ao gerarmos ar comprimido iremos produzir água. Está ligado à temperatura, umidade relativa do ar ambiente e à pressão a que esse ar está submetido.


Sem entrar no mérito das propriedades psicométricas e objetivamente falando, nas seguintes circunstâncias de uso de ar comprimido, teríamos as seguintes condições:


1 – Temperatura de admissão do ar ambiente no compressor: 35°C
2 – Umidade relativa do ar no momento: 60%

3 – Pressão produzida pelo compressor: 6 bar

Resultado de formação de água por hora:

Compressores que somem 400 HP = 65 litros de água por hora = 1550 litros de água por dia.

Para cada HP de um compressor = 3,9 litros de água por dia
.

É MUITA ÁGUA!!!

Ok. Agora que sabemos que não podemos evitar a formação de água, a pergunta de como retirar a água do ar comprimido faz todo o sentido e é uma necessidade imperativa, que necessita ser removida. Mas como?


Se fizermos uma pesquisa na internet, fabricantes, etc., a resposta encontrada será:


Compre alguma coisa para separar a água com a garantia de grande eficiência. Aí você se pergunta: Essa é a solução para o meu caso? Aí eu te questiono: Qual o seu caso?


A razão para existir a água, como já vimos lá no início que é um fenômeno físico. A pergunta deveria ser:


Por que tenho água na rede de ar “SE”?

1 – Tenho um compressor que possui um sistema de remoção de água pós compressão (after cooler)


2 – Eventualmente tenho um secador por refrigeração incorporado ao compressor, se não,


3 – Tenho um secador externo após o compressor


4 – Tenho um reservatório de ar úmido e um reservatório de ar “seco”


Se você não tem na sua rede nenhum desses equipamentos e acha que um filtro vai resolver seu problema, chegou a hora de nos procurar para solucionar essa questão, mas se você tem algo que inclua os itens 1, 2 e 3 é com você que eu quero falar.


Esse conjunto de itens 1,2 e 3 tem que obrigatoriamente fornecer ar seco para seu sistema.


A compra de um separador de água pode ajudar na solução do problema, mas definitivamente não vai oferecer ar seco para seu sistema.


A água condensada pode ser removida do ar resultante de um processo de centrifugação, se for adequadamente dimensionado, mas o vapor de água irá continuar existindo e em um novo momento vai condensar ou na tubulação ou no ponto de aplicação, aí volta a pergunta: Por que tenho água na rede ou como retirar água do ar comprimido?


Temos a solução para você. Ela exige uma análise do seu sistema e da sua verdadeira necessidade da qualidade do ar conforme norma ISO 8573.


Para você que se enquadra na condição de possuir no sistema, compressor, filtragem, secador, e reservatório vamos analisar os seguintes pontos:


1 – Da massa de ar gerada na compressão, 70% da umidade e condensado deve ser removida no after cooler através de um separador de água e de um sistema de drenagem compatível.


2 – A umidade restante de 30% seguirá para o secador em forma de vapor com uma temperatura aproximada de 45°C e a massa de ar será submetida agora a uma temperatura, entre 2°C a 3°C, provocando uma nova condensação de água que deverá ser novamente drenada corretamente.


Nas condições que enunciamos no início do artigo para um compressor de 400 HP teríamos a seguinte condição:


1 – Remoção de água no after cooler: 1085 litros/dia (750 ml/min)


2 – Remoção de água no secador a 3°C de ponto de orvalho: 90% da umidade = 420 litros/dia


3 – A quantidade de 45 litros por dia continua em forma de vapor que só irá se condensar se a temperatura onde a utilização do ar fique inferior a 3°C


A pergunta continua, se tenho compressor com after cooler e secador de ar comprimido por que tem água na rede e como removê-la?


Para 90% dos casos fica claro que há algo que não está funcionando na remoção de água do compressor e secador. É tão óbvio que ficamos constrangidos em apontar essa falha. OS SISTEMAS DE DRENAGEM ESTÃO EM COLAPSO!!! – SIMPLES ASSIM!!!

Drenagem – Remoção de condensado

A remoção mal feita provoca:


1 – Sem purga adequada a água e umidade são arrastadas pelo fluxo de ar. Se houver picos de demanda pior ainda para o sistema


2 – Desgaste excessivo de ferramentas e componentes


3 – Processos comprometidos por não conformidade


4 – Corrosão de tubulações e aumento de partículas no ar comprimido


5 – Entupimento de filtros


6 – Saturação de elementos coalescentes


7 – Perda de energia elétrica por queda de pressão no sistema exigindo set up mais alto para geração no compressor


8 – Prejuízo em máquinas e equipamentos sofisticados


Além de outros prejuízos ligados a ar comprimido impuro, dependendo de suas aplicações.


É claro que o dimensionamento de um secador ou mudanças de demanda, exigidos do conjunto dos compressores, podem causar também problemas de um tratamento inadequado, mas a maior parte do problema estará na ausência de manutenção e no correto sistema de drenagem do sistema.


A solução não está na mudança de secador, compra de separador de água, entre outros. Está em obter uma avaliação e diagnóstico do sistema que seja independente das empresas que normalmente prestam serviço de reparo e manutenção e escolher uma forma de solucionar o problema onde não seria necessário o questionamento do que preciso fazer para tirar a água do ar comprimido.


Nós temos como ajudá-lo a solucionar esse problema. Nos dê a oportunidade de resolvermos isso para você.

Ver mais artigos
Ar comprimido na indústria pode gerar altos custos invisíveis. Entenda como vazamentos, pressão e má
20 de março de 2026
Ar comprimido na indústria pode gerar altos custos invisíveis. Entenda como vazamentos, pressão e má gestão impactam energia, eficiência e lucratividade.
13 de março de 2026
O crescimento da indústria brasileira em 2026 reforça a capacidade de reinvenção do setor produtivo nacional. Após enfrentar desafios macroeconômicos e mudanças estruturais nos últimos anos, a indústria demonstra um novo momento de expansão, impulsionado por tecnologia, aumento da demanda global e maior integração entre diferentes cadeias produtivas. O cenário atual revela um setor em transformação, no qual segmentos tradicionais continuam exercendo forte influência sobre a economia, enquanto áreas ligadas à inovação e à digitalização ganham cada vez mais espaço. Esse movimento contribui para fortalecer a competitividade do Brasil no mercado internacional e impulsiona o desenvolvimento de novas oportunidades industriais. Entre os destaques desse crescimento estão a indústria extrativa, a agroindústria e os setores ligados à tecnologia e à mobilidade sustentável, que vêm conduzindo a indústria brasileira para uma fase mais moderna, eficiente e conectada. Setores que impulsionam o crescimento da indústria brasileira Um dos principais motores da expansão industrial em 2026 é a indústria extrativa. O Brasil segue ampliando sua produção de petróleo, gás natural e minério de ferro, consolidando sua posição como um dos principais fornecedores globais de recursos naturais. Esse desempenho fortalece as exportações e movimenta uma ampla cadeia produtiva que inclui transporte, logística, siderurgia e geração de energia. A demanda internacional por matérias-primas estratégicas continua elevada, e o país se beneficia de sua capacidade produtiva e de seus recursos naturais abundantes. Além disso, avanços tecnológicos nos processos de exploração e extração contribuem para aumentar a eficiência e a produtividade do setor. Outro segmento que exerce grande influência no crescimento industrial é a agroindústria. O Brasil já ocupa posição de destaque no agronegócio mundial, e essa força se reflete diretamente no desempenho da indústria de alimentos e derivados agrícolas. Com safras robustas e investimentos constantes em tecnologia no campo, a produção de alimentos processados e proteínas apresenta crescimento consistente. A integração entre campo e indústria permite transformar matérias-primas agrícolas em produtos com maior valor agregado, ampliando a competitividade brasileira nos mercados internacionais. Esse movimento fortalece o papel da agroindústria como um dos pilares do PIB industrial, além de gerar empregos, inovação e oportunidades em diferentes regiões do país. Tecnologia, inovação e transformação industrial Além dos setores tradicionais, a indústria brasileira também avança na incorporação de tecnologias que estão transformando a forma de produzir. O setor de informática e eletrônicos, por exemplo, apresentou crescimento significativo, refletindo o avanço da digitalização nas fábricas. Esse movimento indica que as empresas estão adotando cada vez mais soluções tecnológicas para melhorar a eficiência dos processos produtivos. A implementação de conceitos da Indústria 4.0, como automação, integração de dados e sistemas inteligentes, permite maior controle das operações, redução de desperdícios e aumento da produtividade. A transformação digital no ambiente industrial também contribui para tornar as empresas mais competitivas em um cenário global cada vez mais dinâmico. Com fábricas mais conectadas e processos automatizados, a indústria nacional passa a operar com maior agilidade e precisão. Esse avanço tecnológico também impacta o setor automotivo, que vive um momento de renovação importante. Fabricantes instalados no Brasil vêm ampliando investimentos em veículos híbridos e elétricos, acompanhando as mudanças no mercado global e a crescente demanda por soluções de mobilidade sustentável. A modernização da indústria automotiva não se limita apenas aos produtos finais. Ela também envolve inovação em processos produtivos, desenvolvimento de novos componentes e integração com tecnologias digitais. Sustentabilidade e inteligência artificial na indústria Outro aspecto fundamental para o crescimento da indústria brasileira em 2026 é a crescente incorporação de práticas sustentáveis. A pressão global por redução de emissões e maior responsabilidade ambiental tem levado empresas a repensar processos produtivos e investir em soluções mais eficientes. Nesse contexto, a chamada “sustentabilidade inteligente” começa a ganhar espaço no ambiente industrial. A descarbonização da produção, a otimização do uso de recursos naturais e a adoção de fontes energéticas alternativas tornam-se fatores estratégicos para a competitividade das empresas. Entre as iniciativas que ganham destaque está o uso do hidrogênio verde como alternativa energética para processos industriais intensivos. Essa tecnologia surge como uma das apostas para a transição energética global e pode abrir novas oportunidades para o Brasil. Ao mesmo tempo, a inteligência artificial começa a desempenhar um papel cada vez mais relevante no chão de fábrica. Sistemas baseados em IA permitem analisar grandes volumes de dados em tempo real, identificar padrões e otimizar operações industriais. Com isso, empresas conseguem melhorar o planejamento da produção, antecipar falhas em equipamentos e otimizar cadeias de suprimentos. O resultado é um ambiente industrial mais eficiente, com menor desperdício e maior capacidade de adaptação às mudanças do mercado. O futuro da indústria brasileira O panorama industrial brasileiro em 2026 aponta para um setor que combina tradição produtiva com inovação tecnológica. Enquanto áreas como mineração e agroindústria continuam sustentando grande parte da produção, segmentos ligados à digitalização, automação e sustentabilidade ampliam sua importância estratégica. Esse equilíbrio entre recursos naturais, tecnologia e inovação cria uma base sólida para o crescimento industrial nos próximos anos. A continuidade dos investimentos em modernização produtiva, capacitação profissional e infraestrutura será fundamental para manter o ritmo de desenvolvimento. Com a expansão da automação, da inteligência artificial e das tecnologias digitais, a indústria brasileira tende a se tornar cada vez mais integrada, eficiente e competitiva. Esse processo não apenas fortalece a economia nacional, como também posiciona o país de forma mais estratégica no cenário industrial global. O futuro da indústria brasileira aponta para um modelo produtivo mais inteligente, sustentável e orientado pela inovação, capaz de manter o motor da economia em funcionamento e gerar novas oportunidades para empresas e profissionais do setor.
O Dia Internacional da Mulher é uma data que carrega história, significado e transformação. Oficiali
8 de março de 2026
O Dia Internacional da Mulher é uma data que carrega história, significado e transformação. Oficializado pela ONU em 1975, o 8 de março