Garanta a Segurança Portuária: A Escolha Inteligente para Área Classificada

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Garanta a Segurança Portuária: A Escolha Inteligente para Área Classificada

A segurança em ambientes portuários e industriais nunca foi tão crítica. Com a manipulação constante de substâncias inflamáveis e gases, o risco de explosões é uma realidade que exige atenção máxima. Proteger vidas, instalações e o meio ambiente é uma prioridade inegociável, e a escolha de equipamentos confiáveis e certificados faz toda a diferença. 

É nesse cenário que os produtos à prova de explosão ASCO se destacam. Desenvolvidos com engenharia de precisão, são projetados para conter qualquer potencial ignição, impedindo sua propagação e garantindo a segurança de toda a operação. Essa característica é vital em qualquer ambiente de risco. 

Por que ASCO é Sinônimo de Segurança e Conformidade? 
A ASCO é globalmente reconhecida por sua excelência. Seus produtos à prova de explosão são rigorosamente testados e certificados para atender às normas internacionais e nacionais, como a ABNT NBR IEC 60079 e a NR-10. Ao optar por ASCO, você não só garante um ambiente de trabalho mais seguro, mas também assegura a conformidade legal da sua empresa, evitando riscos e problemas futuros. 

Os benefícios de escolher as soluções ASCO são: 
  • Segurança: Tecnologia de ponta para contenção de explosões. 
  • Conformidade Assegurada: Produtos certificados que atendem às normas. 
  • Durabilidade e Confiabilidade: Construção robusta para as condições mais desafiadoras. 
  • Desempenho Eficiente: Operação precisa que garante a funcionalidade dos seus equipamentos. 
  • Ampla Gama: Diversidade de produtos para atender a diferentes necessidades e classificações de áreas. 
Conte com a CBA Automação para a Segurança Portuária 
Para a correta especificação e adequação dos produtos à prova de explosão ASCO, é fundamental contar com profissionais especializados. É aqui que a CBA Automação pode te ajudar! Nós oferecemos: 
  • Conhecimento Técnico: Profissionais capacitados para entender e atender suas necessidades. 
  • Produtos Originais ASCO: Garantindo a qualidade e a certificação dos equipamentos. 
  • Assistência Pós-Venda: Suporte para garantir a longevidade e o bom funcionamento de seus equipamentos ASCO
Não arrisque a segurança da sua operação. A prevenção é o melhor investimento. Proteja seus colaboradores, suas instalações e o meio ambiente com a qualidade e a confiança que só os produtos à prova de explosão ASCO podem oferecer, com o suporte e a expertise da CBA Automação. 
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Por Maurício Chaves 21 de janeiro de 2026
Os filtros de manga estão entre as tecnologias mais utilizadas para o controle de partículas e pó em processos industriais. Para que esses sistemas de filtragem industrial operem com eficiência, confiabilidade e estabilidade ao longo do tempo, um componente é essencial: a válvula solenoide de pulso, responsável pela limpeza das mangas filtrantes e pela manutenção do desempenho do sistema. Neste artigo, você vai entender como funciona o filtro de manga, qual é o papel das válvulas solenoide de pulso e por que as válvulas Asco são referência em aplicações de controle de partículas e filtragem industrial. O que é um filtro de manga e para que ele é utilizado O filtro de manga industrial é um equipamento de controle ambiental projetado para reter partículas sólidas suspensas no ar por meio de mangas filtrantes. Ele é amplamente utilizado em diversos segmentos da indústria, como mineração, siderurgia e metalurgia, indústrias cimenteiras, usinas termoelétricas e no processamento de grãos e alimentos. Seu princípio de funcionamento é simples e eficiente. O ar contaminado atravessa as mangas filtrantes, que retêm o pó em sua superfície. Para manter a eficiência da filtragem e evitar o aumento da perda de carga, as mangas passam periodicamente por ciclos de limpeza realizados por pulsos de ar comprimido. Como ocorre a limpeza do filtro de manga Com o tempo, a superfície das mangas filtrantes acumula partículas, reduzindo a eficiência do sistema de filtragem. Para remover esse material sem interromper o processo produtivo, o filtro utiliza jatos curtos e intensos de ar comprimido. Esse processo, conhecido como limpeza por pulso reverso, provoca a expansão momentânea da manga, fazendo com que o pó acumulado se desprenda e seja direcionado ao sistema de coleta. Essa etapa é fundamental para garantir baixa perda de carga, estabilidade operacional e alta eficiência na filtragem industrial ao longo do tempo. Válvula solenoide de pulso como elemento-chave no desempenho do filtro de manga A válvula solenoide de pulso é o componente responsável por controlar a liberação do jato de ar comprimido utilizado na limpeza das mangas filtrantes. Seu desempenho impacta diretamente a eficiência do coletor de pó industrial, o consumo de ar comprimido, a vida útil das mangas e o custo operacional do sistema. Para operar corretamente, essas válvulas precisam apresentar abertura e fechamento extremamente rápidos, garantindo pulsos fortes e precisos. Também devem oferecer elevada resistência à pressão e à temperatura, além de alta confiabilidade, já que os sistemas de filtragem operam de forma contínua e com ciclos repetitivos. A eficiência no uso do ar comprimido é outro fator decisivo, contribuindo para a redução do consumo energético e dos custos operacionais. Válvulas solenoide de pulso Asco: referência em eficiência e confiabilidade para filtros de manga As válvulas solenoide de pulso Asco são reconhecidas no mercado por sua robustez, durabilidade e estabilidade operacional em aplicações industriais severas. Desenvolvidas para suportar ciclos intensos, oferecem resposta extremamente rápida, menor consumo de ar comprimido e longa vida útil, garantindo maior disponibilidade dos sistemas e melhor desempenho no controle de emissões em filtros de manga. A aplicação correta dessas válvulas é determinante para a eficiência da filtragem industrial. Os pulsos de ar precisos asseguram o desprendimento adequado das partículas acumuladas, mantêm a performance do filtro mesmo em operação contínua e contribuem diretamente para a redução do consumo de energia. Além disso, sua resistência a condições severas de pressão e temperatura reduz falhas, prolonga a vida útil das mangas filtrantes e eleva a qualidade do ar tratado. A CBA Automação conta com especialistas em automação de processos de fluidos e está preparada para apoiar a especificação da válvula solenoide de pulso ideal para filtros de manga. Nossa equipe oferece suporte técnico completo, análise detalhada da aplicação e indicação das soluções Asco mais adequadas, garantindo maior eficiência, confiabilidade e desempenho para o seu processo industrial.
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Como é possível o Brasil perder empregos na indústria e, ao mesmo tempo, enfrentar a escassez de técnicos qualificados? Esse aparente contrassenso ajuda a explicar um dos maiores riscos ao futuro da indústria brasileira. Enquanto a desindustrialização reduz a participação da indústria no PIB, o parque industrial que permanece ativo convive com um déficit crescente de mão de obra técnica e especializada. Mais do que um problema conjuntural, esse cenário revela um desalinhamento estrutural entre a economia real, o sistema educacional e a aceleração da transformação tecnológica. O impacto é direto sobre a produtividade industrial, os custos operacionais e a competitividade das empresas. Desindustrialização brasileira e perda da base produtiva A desindustrialização brasileira ocorre, em grande parte, de forma precoce. Diferentemente de países desenvolvidos que migraram da manufatura tradicional para serviços de alto valor agregado, como tecnologia, software industrial e inovação, o Brasil aprofundou sua dependência de commodities e de serviços de baixa complexidade. O fechamento de fábricas, a migração da produção industrial para outros países e a perda de competitividade ao longo das últimas décadas eliminaram milhões de postos de trabalho na indústria. Esse movimento reforça a percepção de enfraquecimento do setor industrial e afasta novas gerações das carreiras técnicas e da automação industrial. Cria-se, assim, um ciclo negativo. Menos indústria reduz o interesse pela formação técnica. Menos profissionais técnicos limitam a capacidade de sustentar, modernizar e expandir a base produtiva nacional. O apagão técnico na Indústria 4.0 e na automação industrial Paralelamente, a indústria que permanece ativa, assim como a que começa a surgir, já opera sob os conceitos da Indústria 4.0. Automação industrial, conectividade, integração de sistemas e análise de dados passaram a ser requisitos básicos de competitividade. O chão de fábrica moderno exige profissionais capazes de operar sistemas automatizados, realizar manutenção preditiva, trabalhar com robótica industrial, interpretar dados gerados por sensores e dispositivos IoT e integrar soluções baseadas em Inteligência Artificial. O perfil do operador tradicional dá lugar ao técnico especializado e ao integrador de sistemas. Nesse contexto, torna-se evidente um gargalo na formação profissional. O sistema educacional brasileiro, especialmente o ensino técnico e profissionalizante, encontra dificuldades para acompanhar a velocidade da evolução tecnológica. A desconexão entre currículos e as demandas reais da indústria resulta na dificuldade recorrente de preencher vagas em áreas como automação industrial, eletroeletrônica, mecatrônica, instrumentação e soldagem especializada. O paradoxo é claro. A indústria perde empregos em volume, mas não consegue ocupar as posições que exigem maior qualificação técnica e domínio tecnológico. Impactos do desalinhamento entre indústria, educação e tecnologia O desalinhamento entre estrutura produtiva, educação técnica e avanço tecnológico impõe um custo elevado à competitividade da indústria brasileira. A falta de profissionais qualificados para instalar, operar e manter sistemas de automação limita o retorno sobre investimentos em máquinas, softwares industriais e tecnologias avançadas. Além disso, a escassez de técnicos especializados pressiona salários, aumenta os custos operacionais e obriga as empresas a investir mais em treinamento interno. Esse cenário contribui para o aumento do custo Brasil e reduz o ritmo de investimentos em modernização industrial. Outro efeito relevante é a ampliação da dependência tecnológica. A dificuldade de absorver e desenvolver tecnologia de ponta empurra o país para a condição de importador não apenas de equipamentos, mas também de conhecimento técnico e especialistas, reduzindo a capacidade nacional de gerar inovação industrial. A reindustrialização do conhecimento como estratégia para a indústria Superar esse cenário exige uma estratégia clara de médio e longo prazo baseada na reindustrialização do conhecimento. Instituições como o SENAI e outros centros de ensino técnico e superior precisam atuar de forma integrada com o setor produtivo e entidades industriais, como CNI, FIESP, federações regionais e sindicatos patronais, na construção de currículos alinhados às demandas reais da Indústria 4.0. Além da formação técnica sólida, o desenvolvimento de competências transversais é essencial. Habilidades como adaptação, resolução de problemas, pensamento crítico e trabalho em equipe tornam-se diferenciais em um ambiente industrial cada vez mais automatizado e orientado por dados. Outro ponto central é a valorização da carreira técnica. Na Indústria 4.0, profissionais técnicos altamente especializados são decisivos para a produtividade, a eficiência operacional e a competitividade das empresas. Sem técnicos qualificados, não há automação eficiente nem modernização sustentável. A desindustrialização obriga o país a acelerar. Não apenas para conter a perda da base produtiva, mas para garantir que a mão de obra industrial esteja preparada para operar, integrar e evoluir tecnologias cada vez mais complexas. Investir em capital humano técnico não é apenas uma pauta educacional. É uma decisão estratégica para o desenvolvimento industrial do Brasil. O momento de agir é agora, antes que o apagão técnico se transforme em um verdadeiro blecaute sobre o futuro da indústria e da automação no país.